Eis o desafio: executar o planejado

Geralmente, falamos em planejamento e administração estratégicos, Balanced Scorecarde todos os métodos que podem nos ajudar a criar a estratégia certa, porém não basta apenas tê-la. Se as grandes idéias não forem traduzidas em passos concretos de ação, a tática será inútil.

Quando olhamos para o ano que passou e identificamos os maus resultados, tendemos a culpar a estratégia. Cuidado, pois o problema pode estar na execução. Para fazer acontecer, antes de tudo, deve-se atentar a alguns pontos:

» Buscar comprometimento interno – O plano tático da instituição deve ser elaborado e pertencer àqueles que vão executá-lo, ou seja, o pessoal de linha. Afinal, eles estão na ponta, conhecem o ambiente e as habilidades da empresa, estão no centro das operações e do mercado. Um bom processo de planejamento é uma das melhores formas de comprometer seus colaboradores com a execução e ensiná-los como fazê-la. Site aqui

» Ter as pessoas certas nos lugares certos – O principal erro cometido é quando nos cercamos de pessoas chamadas “gente boa” aquelas que sempre concordam conosco, pensam exatamente como nós e seguem nosso modelo de agir corretamente.

As pessoas certas são as que desafiam, de maneira positiva, os processos e são melhores que nós mesmos em determinadas áreas. Os lugares corretos serão determinados pela sua capacidade de desvendar as competências e atitudes dos indivíduos em relação às necessidades de cada estratégia a ser executada.

» Recompensar quem faz – Parece óbvio, mas não é. Muitos de nós não diferenciamos aqueles que atingem resultados dos que não atingem, ou seja, os que fazem acontecer e os que não fazem. Falta, de nossa parte, firmeza emocional para recompensar somente os que atingem resultados. Ao mantermos os que são apenas razoáveis e recompensarmos todos da mesma forma, não criamos uma cultura de execução. Veja mais: desentupidora em recife e limpa fossa

» Ter disciplina – Isso é fundamental para levar adiante o que foi decidido no plano e ser realista com todos, mesmo que isso doa. É preciso ser disciplinado para terminar o que se iniciou e rediscutir o que possa ter mudado por forças externas à empresa. Quantas instituições literalmente “engavetam” os planos estratégicos, ao menor sinal de mudanças no ambiente externo ou interno da empresa? Faltam a essas empresas rigor, coragem e convicção.

Fazer acontecer é parte da estratégia, não uma função isolada da gestão empresarial. Faça a si mesmo a seguinte pergunta: em minha empresa, o problema está no planejamento ou na execução? Pense nisso.

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